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10 jan, 2018

6 séries que amei em 2017 (+2 que nem tanto)

Antes que questionem-me, 2017 foi um ano que tentei terminar séries antigas – sem muito sucesso -, e algumas séries importantes e interessantes não foram assistidas (The Handmaid’s Tale e Big Little Lies, por exemplo), mas são as próximas na lista de espera.

Lembrando que são as minhas impressões, e que, especialmente as que eu reprovei, podem não ser a mesma opinião que a sua.

Resolvi partilhar seis séries que assisti ano passado e achei completamente sensacionais. Eis a lista (sem ordem de preferência):

Catastrophe (Channel 4/GNT Play | 2015 – atualmente)

Conheci essa série através das chamadas no GNT e basicamente conta a história de Rob, um americano que viaja para Londres por conta do trabalho e num happy hour conhece Sharon, uma professora. O que era para ser um relacionamento de uma noite se estende por todo o fim de semana.

Um dia, após retornar para casa, Rob recebe uma ligação de Sharon contando que está grávida. Ele então resolve retornar à terra da Rainha para decidir junto da “namorada” qual caminho seguiriam.

A gravidez evolui e o casal resolve morar junto e casar (para inclusive legalizar a estadia de Rob no país). Tudo isso a contragosto de ambas famílias.

Atualmente a série foi renovada para a quarta temporada, sendo 18 episódios exibidos até o momento. E também é marcada como o último trabalho de Carrie Fisher, a eterna princesa Leia, falecida no final de 2016.

Bellevue (CBC Television | 2017 – ?)

Essa série (ou mini-série, não consegui informações precisas se ela terá alguma continuação ou não – para mim a história já está concluída) conta a vida de Annie (Anna Paquin), uma policial canadense que tem uma personalidade forte que não agrada os moradores da pequena Bellevue.

Um dia uma adolescente trans desaparece, Annie fica encarregada do caso e conforme a investigação avança ela percebe que conhece menos as pessoas com as quais conviveu por toda a vida.

O grande ponto da história é que seu pai também era um policial e por anos investigou o desaparecimento de uma adolescente. O caso nunca foi solucionado e o consumiu de tal forma que acabou cometendo suicídio quando Annie ainda era criança.

Com pistas sobre o assassinato que enlouqueceu seu pai aparecendo e a investigação do caso recente, sombras do seu próprio passado – que ela nem lembrava – retornam.

É um drama policial bem tenso, com bastante suspense.

The Crown (Netflix | 2016 – atualmente)

Essa dispensa apresentações, certo?

The Crown é uma série biográfica sobre a Rainha Elizabeth II, ou Lilibeth para os íntimos. Iniciando com o seu casamento, a morte de seu pai e sua consequente ascensão ao trono. Guerras, disputas políticas e tensões – MUITAS TENSÕES – familiares.

A série teve duas temporadas com Claire Foy interpretando Elizabeth. A própria atriz afirmou na premiere da segunda temporada que no próximo ano será substituída por uma atriz mais velha.

Outlander (Starz/Netflix/Fox Premium | 2014 -atualmente)

Adaptada dos livros de Diana Gabaldon conta a vida de Claire, uma enfermeira que vai passar a lua de mel com o marido, Frank, na Escócia em 1945. Após um acidente ela é transportada para 1743.

Neste novo século, Claire é primeiramente mantida em cárcere pelo chefe de um clã como a curandeira daquela comunidade. E devido vários percalços percebe que a única solução é se casar com Jamie Fraser, sobrinho do chefe e um rapaz com um passado complicado e doloroso.

O casamento com o passar do tempo se torna muito mais afetuoso do que Claire imaginava, e em determinado momento desiste de tentar retornar ao século XX e para seu primeiro marido.

A história se passa em meio à disputas territoriais e políticas entre Escócia e Inglaterra. Vale muito a pena.

Good Behavior (TNT US | 2016 –  ?)

Essa série conta sobre Leticia, ou Letty, uma ladra, dependente de álcool e mãe solteira que perdeu a guarda de seu filho para a própria mãe – com direito à ordem de restrição – e Javier um matador de aluguel.

Eles se conhecem quando Letty está roubando o quarto de hotel onde Javier vai se encontrar com um novo contratante. Ao ouvir todo o planejamento através do armário, ela decide que irá salvar essa futura vítima. O plano dá errado e ela se vê envolvida numa relação complicada com esse cara misterioso.

Aos poucos vamos conhecendo melhor quem são essas pessoas e um pouco de seus passados.

O nome da série é em parte irônico, ao se pensar que aqueles personagens não são vilões 100% do tempo.

A série tem duas temporadas exibidas e até este momento não há posicionamento da emissora sobre renovação ou cancelamento.

Big Mouth (Netflix | 2017 – atualmente)

Acho que é a animação que mais fez sucesso ano passado, né?

Nada como os monstros da puberdade vistos sob uma perspectiva adulta! A série conta esse momento de transição comportamental/hormonal de um grupo de amigos. Primeira menstruação, primeiros namoros, incertezas e principalmente amizades. E os dubladores da versão original são atores bem conhecidos. Ah! E não podemos esquecer dos fantasmas.

O criador da série, o ator Nick Kroll contou sobre inspirações e outras coisas mais num painel na última CCXP.

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É preciso mencionar também as maravilhosas Santa Clarita Diet, Dear White PeopleChewing Gun, Lovesick, Raven’s Home e F is For Family.

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E agora duas que me decepcionaram:

Girlboss (Netflix | 2017)

A série é inspirada pelo livro homônimo que faz bastante sucesso por falar de independência e empreendedorismo feminino. E isso me entusiasmou bastante, porque a Nasty Gal, empresa da Sophie da vida real, é um sucesso tanto em vendas quando em conceito. Mas o problema da série é a própria protagonista.

A Sophie da série é tão chata que não consegui passar do primeiro episódio.  Pelo visto não foi só eu que achei isso, já que a série foi cancelada. E olha que não foi por falta de ação publicitária.

Ah! E no primeiro episódio que se passa no início da década de 2000, aparece a protagonista usando uma paleta de sobras que só foi lançada em 2013. Isso me deixou um tanto pensativa…

Disjointed (Netflix | 2017 – atualmente)

A série criada por Chuck Lorre (o mesmo criador de Two and a Half Men, The Big Bang Theory e outras) conta a história de Ruth, dona de uma loja de maconha medicinal.

A história tinha tudo pra ser engraçada, mas não é. Inclusive das 25 séries lançadas em 2017 pela Netflix é a que teve pior avaliação dos críticos, e ainda assim ganhou uma nova temporada.

Eu achei extremamente massante. E eu tinha até fé de que seria boa, devido The Big Bang Theory ter melhorado nas últimas temporadas, a estreia de Young Sheldon e a cada vez melhor Mom. Mas sinceramente não sei o que aconteceu.

Assim como Girlboss, não consegui passar do primeiro episódio.

 

E agora que venha 2018 com séries maravilhosas.

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